Circulo do Desenvolvimento

Pleno Emprego e Cidadania

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Rede de Mídia Desenvolvimentista

Postado em 21 de Novembro de 2008

Principais notícias da Mídia Desenvolvimentista:

Crítica Econômica

A crise do desenvolvimentismo como transformação do padrão de acumulação da economia brasileira: breves notas para o encaminhamento de uma discussão

Desemprego Zero

Outubro registra queda no ritmo de criação de novos empregos no país

Monitor Mercantil

Taxa de desemprego cai, mas renda também

Corecon - RJ

A crise internacional e a América Latina. Com referência especial ao caso do Brasil

Vermelho

Aprovada cota para negros, índios e pobres em escolas federais

Projetor-BR

A luta de Temporão

Correio da Cidadania

Caso Dantas: relações econômicas subjugam instituições jurídicas  

MST

Número de famílias assentadas cai 68% em comparação a 2007

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RENASCIMENTO DESENVOLVIMENTISTA E INTEGRAÇÃO ECONÔMICA NA AMÉRICA LATINA

Postado em 3 de Setembro de 2008

Por Rodrigo Loureiro Medeiros

Resumo

O artigo em questão aborda o renascimento do pensamento desenvolvimentista na América Latina. Suscitam releituras dos intelectuais desenvolvimentistas os fracassos das políticas neoliberais em fornecer respostas satisfatórias aos dilemas da região. A escola cepalina passa a ser um ponto de passagem intelectual obrigatório para se debater novos projetos. Como não existem soluções prontas ou mesmo transplantáveis, as sociedades latino americanas enfrentam os desafios da experimentação institucional. Questões associadas a projetos de integração regional integram o escopo desse artigo.

Palavras-chave: pensamento desenvolvimentista; América Latina; novosprojetos; experimentação; integração regional.

Introdução

As transformações globais ocorridas nos últimos trinta anos provocaram mudanças multifacetadas nas sociedades organizadas. Choques do petróleo, a crise da dívida externa dos países da América Latina, o fim da Guerra Fria e a avalanche de crises financeiras demandaram a necessidade de se repensar o sistema econômico mundial.

O fim da bipolaridade, por sua vez, libertaria forças até então contidas pelo império do mal. Diagnósticos apressados e superficiais afirmavam que não restara nenhuma opção real fora do liberalismo econômico. Até mesmo as exitosas instituições social-democratas européias deveriam, portanto, ser relaxadas para que o capital pudesse ter sua eficiência marginal elevada. Leia o resto do artigo »

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Pela aliança do BNDES com o Tesouro a favor do crescimento

Postado em 1 de Setembro de 2008

Entrevista de Hélio Silveira, vice-presidente da Associação dos Funcionários do BNDES, a Rogério Lessa. O foco da entrevista está na associação estratégica entre Tesouro e BNDES para a concessão de financiamentos.

Essa proposta foi inicialmente divulgada no jornal dos funcionários, Vínculo, e também publicado no Blog Círculo do Desenvolvimento. Caso queira participar do debate sobre esta associação clique aqui.

Por: Rogério Lessa

A partir da Teoria das Finanças Funcionais, do economista Abba Lerner, de que gasto público gera imposto, enquanto o investimento gera poupança, os funcionários do BNDES estão propondo a utilização de uma política monetária de longo prazo, comprometida com o desenvolvimento econômico, diferentemente da que vem sendo realizada pelo Banco Central (BC).

Segundo o vice-presidente da Associação de Funcionários do BNDES (AFBNDES), Hélio Silveira, a estratégia inclui uma inédita parceria do BNDES com o Tesouro Nacional e liberdade total em relação à concessão de financiamentos.

Ele iniciou a divulgação da proposta no jornal dos funcionários, Vínculo, em 31 de julho último, como explicou nesta entrevista exclusiva ao MM.

“O BNDES poderia investir diretamente no aumento da capacidade produtiva. Isso porque a emissão monetária se daria ao término de cada fase de comprovação do aumento da capacidade efetivamente realizado, então a emissão se realiza no tempo, após a efetivação desse aumento da capacidade”, esclarece o economista.

“Depois da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), se Keynes estivesse vivo, aqui no Brasil seria preso por malversação de recursos públicos”, ironizou.

Como a dupla Tesouro/BNDES pode substituir a Tesouro/Banco Central?

Estamos vendo a atuação da dupla Tesouro/Federal Reserve (Fed, o BC norte-americano) nos EUA, para tentar debelar a crise financeira, com emissão direta no meio circulante para tentar evitar a queda do nível de atividade e o do nível do emprego. Então, por que não, a atuação da dupla Tesouro/BNDES? Vemos vantagens, primeiro porque não há emissão direta, pois o BNDES, livre de restrições ao financiamento, poderia investir diretamente no aumento da capacidade produtiva. A emissão monetária se daria ao término de cada fase de comprovação do aumento da capacidade efetivamente realizado. Então, a emissão se realiza no tempo, após a efetivação desse aumento da capacidade. Enfim, seria uma política monetária de longo prazo, comprometida com o desenvolvimento econômico.

Qual a base teórica dessa proposta?

A Teoria das Finanças Funcionais, de Abba Lerner, mostra que desde Keynes o gasto público gera imposto, enquanto o investimento gera poupança. Nos EUA, em uma canetada e em pleno sábado, o Senado autorizou aumentar o déficit público em US$ 800 Bilhões (6% do PIB), para evitar o risco de “quebra” do sistema financeiro e de recessão. Leia o resto do artigo »

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500 multis já faturam 44% do PIB mundial

Postado em 1 de Setembro de 2008

“Falando sobre desenvolvimento inclusivo e economia solidária, o presidente do Instituto de Economia Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, e o secretário nacional do Trabalho, Paul Singer, defenderam que o Brasil acompanhe a construção de um novo padrão civilizatório que, segundo eles, está em construção no mundo. Ele alertou para o fato de que hoje as 500 maiores empresas do planeta têm faturamento equivalente a 44% do PIB mundial…”

Artigo comentado por Rogério Lessa

Publicado em: Monitor Mercantil

Para especialistas, sem regulação, empresas vão dominar a economia

O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, advertiu que, em breve, as 500 maiores empresas do planeta dominarão todos os segmentos da economia: “O PIB mundial é de US$ 60 trilhões e a riqueza circulante representa dez vezes isso (US$ 600 trilhões). Como fazer governança para esse sistema?”, indagou.

Hoje, acrescentou, o faturamento das 500 maiores multinacionais já equivale a 44% do PIB mundial. Ele defende uma nova governança mundial para o setor privado, cujo poder hoje supera o dos Estados nacionais. E reiterou que, com o brutal avanço da produtividade, bastariam 12 horas de trabalho semanais para manter a produção.

Já o secretário nacional do Trabalho, Paul Singer, defende que as multis paguem impostos em vez de assumir tarefas públicas. Ao ressaltar o papel do Estado, defendeu a geração de vagas típicas da economia solidária: oferecem mais espaço a criatividade e autonomia do trabalhador.

Ambos vêem na Educação a grande base para um novo modelo civilizatório adequado ao século XXI, no qual o setor de serviços (trabalho imaterial) responderia pela geração do maior número de empregos. Mas reconhecem que serão necessárias exaustivas lutas políticas para que as grandes corporações aceitem repartir um pouco da riqueza acumulada.

“A onda progressista na América Latina é fruto de muitos anos de devastação neoliberal. É diferente das décadas de 40, 50 e 60 do século passado, quando os progressistas ganharam força a partir do avanço econômico”, exemplificou Pochmann.

Falando sobre desenvolvimento inclusivo e economia solidária, o presidente do Instituto de Economia Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, e o secretário nacional do Trabalho, Paul Singer, defenderam que o Brasil acompanhe a construção de um novo padrão civilizatório que, segundo eles, está em construção no mundo. Ele alertou para o fato de que hoje as 500 maiores empresas do planeta têm faturamento equivalente a 44% do PIB mundial.

“Se a China não for computada, veremos que a pobreza no planeta aumentou. Estamos diante do desafio de construir um novo padrão civilizatório. E a humanidade tem condições de financiar isso, devido ao salto fantástico na produtividade”, afirma Pochmann. Para ele, basta capturar o enorme excedente gerado hoje em dia. “Mas não sei se isso será possível politicamente”, ressalva, cobrando uma nova governança para o desenvolvimento. “O poder não está mais nas mãos dos países, mas nas grandes empresas. Para esse sistema ainda não há regras. Em breve, apenas 500 companhias dominarão todos os setores”.

O presidente do Ipea aposta em um novo padrão de sociabilidade, baseado na Educação. “A construção do padrão de sociabilidade no Século 20, que começou ainda no século anterior, com a passagem da base agrícola para a Revolução Industrial, foi feita com muita luta. O dia do trabalho (1º de maio) tem 123 anos e marca a morte de operários pela redução da jornada”, lembrou. Leia o resto do artigo »

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BNDES sairá do Codefat

Postado em 18 de Agosto de 2008

Por: Luciana Sergeiro 

Conselho responsável por definir onde será investido dinheiro do Fundo de Amparo ao Trabalhador vai ficar sem representante do banco que empresta os recursos. Parte do governo alega conflito de interesses 

Para entender melhor a postura do Círculo do Desenvolvimento sobre os recursos do BNDES, Clique aqui, e participe do nosso debate clicando aqui  

Publicado em: Correio Braziliense

Por: Marcelo Tokarski 

Ministério do Trabalho quer retirar o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). Para isso, vai aproveitar o aumento do número de conselheiros dos atuais 12 para 18 membros. A ampliação é necessária devido à lei que regulamentou as centrais sindicais, aprovada no início do ano. Como agora existem oficialmente seis centrais e o conselho é tripartite, as entidades patronais e o governo também precisarão ter seis representantes - hoje, cada segmento possui quatro assentos no Codefat.

A avaliação de integrantes do governo ouvidos pelo Correio é de que a presença do BNDES no conselho deliberativo representa conflito de interesses. A instituição financeira é a principal interessada no dinheiro do FAT, que tem como principal fonte uma alíquota de até 2,5% sobre o faturamento das empresas. De acordo com a Constituição Federal, 40% dos recursos do fundo devem ser destinados ao banco, que financia diversos projetos na iniciativa privada e no setor público. Há ainda os depósitos especiais dos programas de geração de emprego e renda. Não é pouco dinheiro. De um patrimônio de R$ 174,4 bilhões de FAT, R$ 108,8 bilhões estão nas mãos do BNDES. Somente este ano, o fundo deve repassar mais R$ 9 bilhões à instituição.

Além do banco de fomento, o Ministério da Agricultura perderia espaço na nova configuração. Dos atuais quatro representantes governamentais, ficariam apenas o próprio ministério e a Previdência Social. As outras quatro vagas seriam destinadas aos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), da Educação (MEC), do Desenvolvimento Agrário e da Integração Nacional. O BNDES é vinculado ao MDIC, mas na prática as indicações para o banco costumam vir do Ministério da Fazenda e até mesmo do Palácio do Planalto. Leia o resto do artigo »

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É necessário aumentar o orçamento do BNDES

Postado em 11 de Agosto de 2008

Publicado em: Gazeta Mercantil

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, pedirá na reunião de hoje do Conselho de Administração autorização para aumentar o orçamento do banco para este ano. O motivo do pedido é promissor: o BNDES quebrou seus próprios recordes, tanto no valor das aprovações de projetos, como no volume dos recursos liberados. No acumulado de 12 meses, referência junho, o banco aceitou R$ 11,2 bilhões em projetos e desembolsou R$ 78,8 bilhões. O ritmo dos desembolsos cresceu 56,2%, no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2007, atingindo R$ 38,6 bilhões.

É preciso observar que, segundo os dados do banco, as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foram responsáveis por R$ 49,7 bilhões dos financiamentos do BNDES até o final de julho, dos quais R$ 34,1 bilhões já estão aprovados. Esse total corresponde à viabilização de 179 projetos, um número que pode avançar ainda mais até o final do ano. Coutinho insistiu em que o PAC tem a função de “incentivar o investimento em infra-estrutura”, enquanto o banco tem representado o papel de o “principal alavancador da iniciativa privada nesse processo”. De fato, do total dos desembolsos, R$ 15,4 bilhões foram destinados ao setor no primeiro semestre, o que significa crescimento de 83,2% em relação ao mesmo período de 2007.

O BNDES tem operado uma mudança de expectativas quanto aos financiamentos. Em um cenário de expansão da economia, Coutinho lembra que tradicionalmente o segundo semestre é mais forte e prevê que a demanda de 2008 ultrapasse o funding destinado para o ano pelo banco. Os dados da principal agência de fomento ao desenvolvimento no País confirma essa expectativa. Do total de desembolsos do primeiro semestre, a indústria ficou com R$ 16,2 bilhões, 42,6% a mais do que no mesmo período de 2007. Na perspectiva do banco, o setor deve superar essa expansão no próximo semestre. A indústria não é caso isolado. O setor de serviços recebeu, de janeiro a junho, R$ 3,8 bilhões do banco, valor 41% maior do que o conquistado no período pelo setor no ano passado. Até mesmo a agropecuária recuperou capacidade de investimento, obtendo R$ 2,8 bilhões do banco, expansão de 15,8%, na mesma comparação.

A demanda por financiamento deve ganhar aceleração com a expansão da economia. Coutinho insistiu em que o banco deve “buscar alternativas”. Esse é o ponto relevante. O BNDES pretende explorar “ao máximo” a captação de recursos no mercado, mas deve esperar até setembro ou outubro para essa operação porque, na visão do presidente, o cenário estará mais favorável para a ação de angariar recursos. O objetivo é diminuir o custo da captação, enfrentando no momento certo a volatilidade do mercado. Com a Selic em alta, o BNDES não pretende disputar recursos, procurando-os em outras fontes, a principal delas o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Leia o resto do artigo »

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Câmbio valorizado deixa país na contramão da Ásia

Postado em 22 de Julho de 2008

Publicado em: Monitor Mercantil

Por: Rogério Lessa

Entrevista: Eliane Araújo - Economista

No intervalo entre 1994 e 2007, a taxa de câmbio brasileira esteve sobrevalorizada ao longo de quase todo o período, sendo que esta sobrevalorização se tornou mais intensa após o primeiro trimestre de 2005. É o que mostra o artigo Análise empírica do desalinhamento cambial no Brasil pós-Plano Real, da economista Eliane Araújo, que mereceu destaque no 11º encontro da Associação Nacional de Pós-graduação em Economia da Região Sul (Anpec-Sul).

O artigo faz parte da tese de doutorado que Eliane está desenvolvendo na UFRJ a partir da defesa da administração cambial competitiva como estratégia de crescimento para países em desenvolvimento. Análise Empírica… discute algumas das causas do desalinhamento cambial e as conseqüências da sobrevalorização para a economia brasileira, destacando os efeitos negativos sobre a indústria e a balança comercial.

“A taxa de câmbio é uma ferramenta importante para gerar crescimento e desenvolvimento e no Brasil está sendo usada para resolver problemas de curto prazo, como inflação e contas externas. A utilização do câmbio como instrumento de política econômica já mostrou que pode trazer benefícios para países em desenvolvimento e poderia beneficiar o Brasil também. Várias pesquisas têm mostrado isso”, defende a economista nesta entrevista exclusiva ao MONITOR MERCANTIL.

Administrar o câmbio parece ser uma heresia na visão neoliberal. O que diz a experiência internacional?

O câmbio é uma viável chave de política econômica. Japão, Alemanha, Itália e os países asiáticos mais dinâmicos utilizaram o câmbio depreciado como estratégia de crescimento. Enquanto os asiáticos adotaram estratégia de crescimento via câmbio competitivo, a América Latina usou o câmbio para estabilizar preços.

Isso resultou numa grande diferença de crescimento entre essas duas regiões, com exceção, agora, da Argentina, que está com padrão asiático de crescimento. A sobrevalorização está prejudicando enormemente a competitividade no Brasil. Países em desenvolvimento devem adotar uma estratégia de desenvolvimento competitivo, mas aqui a política cambial é passiva.

Seu artigo mostra que a sobrevalorização do real aumenta após 2005. Que fatores contribuíram para essa aceleração?

A cotação do real tem três momentos distintos. Até 1999, a sobrevalorização não é tão intensa. Depois, até 2003, há uma pequena subvalorização. A partir de 2005, o câmbio sobrevaloriza por três fatores principais. O primeiro é antigo: em 1992, a abertura financeira implicou renúncia à administração da conta de capitais. A entrada livre de capital externo nos deixou sujeitos às oscilações determinadas pelos fluxos financeiros. Leia o resto do artigo »

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L.Randall Wray

Postado em 13 de Março de 2008

Revista Oikos

L.Randall Wray - Entrevistado por Daniel Conceição, Felipe Rezende e Flavia Muller.

Arquivo em .pdf, clique aqui para ler

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Ha-Joon Chang

Postado em 13 de Março de 2008

Revista Oikos

Ha-Joon Chang - por Carlos Aguiar de Medeiros

Arquivo em .pdf, clique aqui para ler

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Entrevista dado a Rogério Lessa, em 20-09-07: Helio Silveira – Organizador do Círculo do Desenvolvimento

Postado em 20 de Setembro de 2007

Ver o BNDES atuando de forma pró-ativa, na vanguarda do desenvolvimento nacional. Com esse espírito, estamos criando o Círculo do Desenvolvimento. E o momento não poderia ser mais apropriado, como destaca o economista Hélio Silveira nesta entrevista. “É interessante, para nós, desenvolvimentistas do BNDES, ver as bolsas mundiais recuperarem perdas, ‘aliviadas’ a cada atuação dos Estados Grandes Nacionais, injetando liquidez para salvar o sistema, deixando temporariamente de lado todos os preceitos liberais”, observa.Para Silveira, se não sair da armadilha do curto prazo e partir para o desenvolvimento com estratégia de médio e longo prazos, o Brasil irá viver, novamente, a incerteza econômica dos anos 90. “Nosso objetivo é retomar o debate sobre finanças funcionais, que prega que o Estado é autônomo para realizar gastos acima das receitas tributárias e por esse caminho levar a economia ao pleno emprego”, resume o economista, criticando a política de juros altos para evitar um suposto risco de inflação. “Vivemos sempre com o receio de que o zelo exacerbado das autoridades para com nossos rentistas aborte a possibilidade de qualquer crescimento.” Leia o resto do artigo »

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